Roteiro
Roteiro de Charme no Rio de Janeiro
1º dia - recepção no Rancho MB, localizado em Niterói, a 13 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro, nos arredores do Parque Ecológico Serra da Tiririca. Apresentação dos cavalos e breve orientação para cavalgada dos próximos dias. hospedagem - Hotel Camboinhas Beach Pousada. https://www.camboinhasbeachpousada.com.br/ *O hotel está localizado a apenas 50 metros da linda e tranquila praia de Camboinhas, e a apenas 15 minutos da praia de Itacoatiara, eleita pelo TripAdvisor como a 12ª melhor praia brasileira.
2º dia - início da cavalgada pela floresta do Parque Ecológico Serra da Tiririca, onde passaremos por um trecho percorrido pela expedição do cientista naturalista Charles Darwin em 1832. Após atravessar a serra, seguiremos por estrada de terra, chegaremos à Praia de Itaipuaçu. Cavalgada e almoço na praia.Retornamos ao Rancho. Pernoite no hotel Camboinhas Beach Pousada.
3º dia – após o café da manhã, seguimos para o Rancho e iniciamos a cavalgada em direção à praia. Cavalgada e almoco na praia, e retorno ao Rancho. Pernoite no hotel Camboinhas Beach Pousada.
4º dia – após o café da manhã, traslado (+- 2h30) para a fazenda em Paty Alferes, no coração do antigo Vale do Café, região serrana do estado do Rio de Janeiro, com belas paisagens e muitas histórias do Brasil. Uma viagem no tempo faz parte da experiência de se hospedar em uma das mais extraordinárias propriedades rurais
brasileiras. À tarde, visitaremos o haras, que com mais de 250 animais já ganhou diversos prêmios.
5º e 6º dia – nos próximos 2 dias cavalgamos cerca de 4 horas por dia, passando pela plantação de eucaliptos da Fazenda da Posse; pela area de Instrução Remonta Campo – Avelar do Exército Brasileiro, fazendas Vila Rica; Nossa Fazenda Aldeia (Sucupira) onde vamos conhecer sua plantação agroflorestal de café; Fazenda Santa Lúcia, onde atravessamos áreas de mata e pastagens onde vivem cerca de 100 éguas reprodutoras do Haras e veremos muito gado Nelore nas pastagens (a fazenda tem em torno de 1000 cabecas de gado) .
7º dia – Saída após almoço com boas lembranças dessa no Rio de Janeiro.
Fazenda Nosso Vilarejo (Sucupira) - FNV possui 180 hectares distribuídos em áreas de preservação de nascentes e cafezais. Uma das poucas fazendas que ainda cultiva o café na região. Com os olhos focados na produção de café especial, a Fazenda investe no modelo da sintropia, para estabelecer as bases do seu plantio em formato Agroflorestal, associando em uma mesma área de manejo a cultura de espécies típicas da floresta, como árvores de ciclo de vida longo, com culturas agrícolas. Usam toda a tecnologia disponível para reproduzir o funcionamento perfeito dos ecossistemas, recuperando águas, matas e solo – uma síntese da própria natureza.
Cafezal Agroflorestal: A fazenda investiu na implantação de "jardins" pensados e planejados. Além das mudas de café, foram plantadas muitas árvores nativas e árvores frutíferas como Abacate, Manga, Mangostin, Banana, Jamelão, Mutamba e muitas outras espécies. “Descobrimos que o café agroflorestal é muito especial, pois revive as condições originais do cultivo do café, que é uma planta nativa das florestas africanas. A sombra das arvores permite que a fruta desenvolva todo o seu sabor doce, sem queimar de forma prematura no sol inclemente”. Nosso almoço nesse dia sera na Cafearia da Fazenda, aonde vamos conhecer os produtos selecionados pela Fazenda e aprender sobre seus processos.
Remonta do Exército Brasileiro – Campo de Instrução de Avelar - A palavra coudelaria vem de capitão, ou mais precisamente de coudel, que significa Capitão de Cavalaria. O termo foi criado em terras portuguesas para designar o chefe de estabelecimento onde se criavam cavalos de várias raças. Uma das mais conhecidas coudelarias Fluminenses foi instalada no distrito de Avelar, em Paty do Alferes. A Coudelaria (da qual praticamente nada resta) mais conhecida como Remonta, fazia limite com o Campo de Instrução D. Pedro II, pertencente ao 32º Batalhão de Infantaria de Petrópolis. As organizações criadas como Remontas Militares abrangiam Seções Especializadas de Veterinária conectadas diretamente com a Diretoria de Abastecimento envolvida com todas as Organizações Militares do Exército que administravam um efetivo animal aprovado e pronto para emprego nas várias atividades de segurança no país. A coudelaria de Avelar foi desativada em 1974.